quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Tranquilidade no temporal

No passado sábado, o Sporting recebeu em Alvalade o Portimonense em mais uma jornada da Liga Portuguesa. O resultado foi mais uma vez vitorioso para as nossas cores por 2-0.

Foi uma vitoria justa e tranquila dos comandados de Rúben Amorim numa noite ingrata para a prática do futebol com muita chuva mas com a aplicação e entrega habitual por parte da nossa equipa.

O Sporting não contou no onze com o reforço Paulinho por lesão, por isso avançou com Nuno Santos para a titularidade com Tiago Tomás a ser o homem mais avançado da formação leonina. Na defesa, Gonçalo Inácio a ser titular no lugar de Neto a parecer cada vez mais ganhar o lugar ao colega mais experiente.

Mais um início afirmativo do líder do campeonato com o controlo total do jogo e com o Portimonense fechado lá atras muito compacto e tentando sair em transições rápidas no sentido de surpreender o adversário.

Aos 27 minutos, na sequência de um livre lateral cobrado por Pedro Gonçalves, o Sporting chega ao primeiro golo pelo cental Feddal que surge solto na área, numa recarga a um seu primeiro remate.

Quase de seguida, quatro minutos depois, um erro de um defesa algarvio proporciona a Nuno Santos uma boa movimentação na área da qual resulta um remate colocado junto ao poste esquerdo da baliza de Samuel Portugal e a dar o segundo golo aos leões e uma tranquilidade que a equipa soube gerir no resto do encontro.

O Portimonense a partir daí lançou-se mais para a frente. Até ao intervalo ainda consegue reduzir o marcador mas o golo acaba por ser justamente anulado por fora-de-jogo.

Na segunda parte, a chuva não deu tréguas mas o Sporting nunca perdeu o controlo do jogo com Pedro Gonçalves a tentar por duas vezes de longa distância a sua sorte com o guarda-redes a levar a melhor com duas brilhantes defesas. Os algarvios ainda responderam com um remate à rede lateral mas foi o melhor que conseguiram até ao final do jogo.

Com mais esta vitória, a sétima consecutiva em todas as competições, o Sporting mantém a vantagem confortável de 10 pontos sobre o segundo classificado F.C.Porto com quem os leões irão jogar na próxima semana num jogo decisivo para os dragões na luta pelo título e que pode conduzir os verde e brancos em caso de resultado positivo a ter uma vantagem que se pode revelar fundamental para a  conquista o campeonato tão ansiado pelos adeptos há 19 anos.

Nuno Santos decisivo.


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Vitória na cabeça de Matheus

O Sporting segue líder e invencível na liga portuguesa. Na passada segunda-feira, num teste difícil em Alvalade bateu com total mérito e justiça, o rival Benfica por 1-0 com golo de Matheus Nunes aos 92 minutos.

Para este complicado embate Rúben Amorim teve como boa notícia de última hora a despenalização de Palhinha mas mesmo assim optou por deixá-lo no banco de suplentes e mandou avançar Matheus Nunes no seu lugar. O Benfica, apesar de algumas ausências devido à Covid-19 apresentava-se com a novidade de uma defesa a três imitando o modelo leonino.

Foi um jogo equilibrado e muito lutado na primeira parte com os leões assumirem o domínio do jogo mas com o Benfica a responder a propósito tentando surpreender em contra-ataque.

Em termos de ocasiões de golo, destaque no lado encarnado para um remate perigoso de Pizzi ao lado, respondendo pouco depois, na sequência de um canto, Neto de cabeça a fazer rasar a bola perto do poste direito da baliza de Vlachodimos. O empate aceitava-se ao intervalo face à escassez de oportunidades.

No segundo tempo esperava-se um jogo mais agitado e é nesta perspetiva que o Benfica dispôs da primeira ocasião da etapa complementar com Darwin Nunez com pouco ângulo a obrigar Adán a uma defesa segura.

A partir daí, o Sporting partiu para um jogo seguro através de um pressão alta bem executada que não dava hipótese aos encarnados de respirarem. Uma exibição de uma equipa jovem mas muito confiante  no seu potencial revelando uma garra e vontade de ganhar que muito contribuíram para o resultado final.

Pedro Gonçalves numa defesa espetacular do guardião benfiquista e Palhinha num remate cruzado perigoso iam colecionado oportunidades para os leões que mostravam que nao tinham intenções de desistir da vitória com o Benfica a remeter-se cada vez mais à defensiva.

O esforço leonino acabou por ser recompensado com alguma felicidade já para além da hora, quando o resultado se encaminhava para o nulo. Num lance de insistência de Jovane, a bola acaba por sobrar para Porro na direita que cruza e, aproveitando uma saída deficiente dos postes de Vlachodimos, surge o homem do jogo, Matheus Nunes a cabecear para a baliza deserta e a dar os três pontos ao líder do campeonato.

O jogo terminava pouco depois com a confirmação da vitória sofrida mas totalmente justa dos leões que os mantém na liderança com os mesmos quatro pontos de avanço para o F.C.Porto que também venceu nesta jornada e já nove para o Benfica que caiu inclusivamente para o quarto lugar em igualdade com o Sp.Braga.

Em relação a nós seguimos líderes, confiantes e já totalmente focados na próxima batalha na sexta-feira na Madeira frente ao Marítimo frente ao adversário que nos eliminou na atual edição da Taça de Portugal.

Tiago Tomás em luta com Weigl.





quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Campeões de Inverno

 O Sporting conquistou em Leiria a sua terceira Taça da Liga do seu palmarés a derrotar o Sp.Braga na final da competição ontem disputada sagrando-se assim campeão de Inverno desta época.

À hora do jogo, condições climatéricas muito difíceis para as duas equipas com muita chuva e o relvado encharcado em algumas zonas do campo o que dificultava a circulação da bola e fazia com que o jogo se tornasse mal jogado.

Na equipa titular leonina destaque para a entrada no onze do herói da meia-final Jovane Cabral em detrimento de Nuno Santos que, desta vez foi suplente e para o regresso para o lado esquerdo da defesa de Nuno Mendes habitual titular na vez de Gonzalo Plata.

Foi assim a primeira parte da partida, um pouco aos repelões, muito disputada a meio-campo com muita luta e pouca objetividade por parte dos dois conjuntos. Esta toada só foi quebrada no primeiro tempo com as expulsões, a meu ver exageradas dos dois treinadores, por volta da meia hora de jogo por alegadamente se terem "pegado" nos dois bancos, facto absolutamente normal durante o decorrer dos jogos desde que não se ultrapassem as regras da boa educação.

Ainda assim quando ambas as equipas já se preparavam para o intervalo, num livre marcado de forma rápida pelo jovem Gonçalo Inácio que viu muito bem a desmarcação pelo corredor direito de Pedro Porro que ganhou em velocidade ao defesa e bateu com um remate forte e cruzado o guarda redes bracarense Matheus que nada pôde fazer.

O Sporting ganhava vantagem perto do intervalo o que lhe conferia também um superioridade psicológica em relação ao adversário que, num campo difícil, teria de ir à procura do prejuízo.

A segunda parte apesar de ter tido uma entrada mais afirmativa dos leões, acabou por ser naturalmente mais dominada pelos bracarenses que jogaram mais tempo no meio-campo do Sporting acabando por dispor de algumas ocasiões perigosas para empatar o jogo destacando-se um golo bem anulado por fora de jogo e uma magnifica intervenção de Adán a remate de Iuri Medeiros.

Do outro lado, Ruben Amorim lançou no segundo tempo, Matheus Nunes e Sporar e é este último que dispõe da melhor oportunidade na etapa complementar para os verde e brancos de "matar" o jogo permitindo uma difícil defesa a Matheus.

O jogo acaba muito nervoso com o árbitro mais uma vez em destaque ao expulsar Pedro Gonçalves e com mais um intervenção digna de nota num livre direto, de Adán, a mostrar reflexos conseguindo o Sporting aguentar a avalanche final dos minhotos muito devido a mais uma enorme exibição do seu capitão Sebastián Coates que limpou tudo o que havia para limpar no último reduto leonino.

No final, vitória que acaba por se aceitar do Sporting apesar da reação brava dos minhotos na segunda parte que acabaram por não revelar eficácia na hora da finalização. Os leões conquistam a sua terceira Taça da Liga nos últimos quatro anos e ganham uma nova alma para se concentrarem no derradeiro objetivo da época, o campeonato, do qual são líderes com quatro pontos de avanço sobre o F.C.Porto e o Benfica.

A festa dos leões.






quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Estrelinha volta a brilhar

 O Sporting atingiu anteontem a final da Taça da Liga ao vencer o campeão nacional F.C.Porto por 2-1, num final impróprio para cardíacos com Jovane a tornar-se a grande figura do jogo ao apontar os dois golos da vitória leonina.

As duas equipas surgiam em Leiria na  final four da competição dizimadas por casos de Covid-19 em especial os portistas mas também nós tínhamos ausências importantes como Neto, Tabata, Nuno Mendes e Sporar.

A nossa equipa chegava a este difícil confronto com a moral em baixa depois da eliminação da Taça de Portugal diante do Marítimo e com o empate caseiro com o Rio Ave para a Liga e exigia-se uma resposta já neste jogo.

Como se esperava assistiu-se a um jogo equilibrado, muito fechado, com as equipas a darem poucos espaços uma à outra com os portistas a terem mais posse de bola mas sem criar muito perigo ao último reduto dos leões. O único lance de real perigo na primeira parte acabou por acontecer para o lado portista com Marega numa jogada algo atabalhoada a rematar ao poste.

O segundo tempo iniciou-se na mesma toada com os portistas com mais domínio e o Sporting a tentar sair em transições ofensivas rápidas através de Nuno Santos e Pedro Gonçalves mas sem grande sucesso.

Com o jogo muito amarrado, a primeira movimentação para alterar o estado das coisas acaba por ser de Rúben Amorim ao lançar Matheus Nunes e Jovane que viria a revelar-se absolutamente decisivo para o desfecho do jogo. Saíram os desinspirados João Mário e o esforçado Tiago Tomás bem anulado durante o tempo que esteve em campo pela defesa portista comandada por Pepe.

Com o jogo a aproximar-se inevitavelmente da decisão por grandes penalidades, Marega arranca do meio campo numa jogada individual passa dois adversários e acaba num lance de felicidade por rematar mal a bola que se foi anichar na baliza de Adán sem hipótese para o guarda-redes espanhol.

Aos 80 minutos, com um jogo tão fechado toda a gente pensou que o encontro estava decidido incluindo o treinador do F.C.Porto Sérgio Conceição que imediatamente retirou de campo Marega e Corona deixando a equipa à mercê da reação do Sporting.

Minutos depois, na sequência de um livre lateral Jovane Cabral num fabuloso remate cruzado, sem preparação, bate Diogo Costa e faz o empate em Leiria perspetivando-se uma decisão por penaltis.

O que é certo é que até ao fim, o Sporting foi dono e senhor do jogo encontrando mais espaços no último reduto nortenho e em mais uma transição rápida, depois de uma recuperação alta de Coates,  Pedro Gonçalves solta a bola no momento certo à esquerda para Jovane que num remate de bico bate pela segunda vez o guarda-redes portista e solta definitivamente a festa leonina em Leiria.

Acabou por ser um jogo muito fechado, tático, ganho pela astúcia de Rúben Amorim no banco através de mexidas que alteraram a feição do jogo em especial a entrada de Jovane que acabou por se tornar a grande figura do encontro. E também surgiu a estrelinha de Amorim a decidir um jogo em que nem os sportinguistas mais otimistas pensariam, a certa altura, que seria ganho.

O Sporting fica agora à espera do vencedor da outra meia final a disputar hoje entre Sp.Braga e Benfica para saber quem irá defrontar no sábado na final às 19:45, no mesmo palco, o Estádio Magalhães Pessoa em Leiria.

Sporting apurou-se para a final.


sexta-feira, 24 de julho de 2020

Derrota na festa do Campeão

O Sporting de Rúben Amorim enfrentava no Estádio do Dragão frente ao quase campeão F.C.Porto o seu primeiro teste de fogo com vista à constituição do plantel para a próxima época.

A primeira conclusão que se pode tirar deste jogo é que a equipa falhou a todos os níveis. O Sporting é neste momento uma equipa curta, sem ideias, a jogar muito para o lado e para trás e os jovens lançados não estão a ter a confiança necessária para arriscar, em particular Mattheus Nunes no meio -campo que podia soltar-se mais vezes e dar mais largura à equipa.

O jogo no Dragão que poderia dar, em caso de vitória, imediatamente o título ao Porto começou com dois autogolos, um para equipa correctamente ajuizados pelo árbitro. Depois, durante toda a primeira parte o F.C.Porto dominou a posse de bola tendo tido uma grande oportunidade para chegar primeiro à vantagem através de Luís Diaz num remate que Coates tirou sobra a linha de golo.

O Sporting só criava perigo através de bolas paradas com Coates primeiro e Jovane na ocasião mais perigosa dos leões no jogo depois com o luso-caboverdeano solto na área a cabecear torto.

A segunda parte começou na mesma toada da primeira com os portistas no comando das operações, e é num altura em que o jogo se encontrava meio adormecido que na sequência de um canto aos 64 minutos numa falha defensiva muito vista esta época para os lados de Alvalade, Danilo Pereira antecipa-se a toda a defesa leonina e factura o primeiro da partida.

O Sporting, a partir dessa altura não mais conseguiu reagir também por mérito da equipa da casa, mas o que é facto é que a equipa ficou totalmente manietada e nem o regresso de Jovane nem o lançamento de mais jovens na segunda parte, em especial o desequilibrador Joelson Fernandes deram uma outra imagem à exibição leonina como já aqui se disse muito pobre e curta.

E estava o jogo a encaminhar-se para o fim, quando, já em período de descontos Marega isola-se e aproveitando um desequilíbrio de Max na saída dos postes sentencia o jogo.

Foi a primeira derrota da era Rúben Amorim (algum dia teria de acontecer) mas convém referir que foi uma derrota totalmente justa contra um adversário que foi superior e que no final comemorou de forma merecida mais um título de campeão nacional.

Já os leões com esta derrota viram o Sp.Braga reduzir para dois pontos a vantagem depois do seu surpreendente empate contra o Belenenses SAD.

Max a ser batido no primeiro golo.

sexta-feira, 17 de julho de 2020

Vitória sem brilho

O Sporting recebeu e bateu o Santa Clara por um magro 1-0 em mais uma ronda do campeonato com Jovane a brilhar,sendo ele mais um vez decisivo e o marcador do único golo do jogo.

Depois do empate em Moreira de Cónegos, Rúben Amorim voltou a apostar de forma mais consistente nos jovens com o regresso à equipa do central Eduardo Quaresma e do lateral Nuno Mendes. Destaque ainda para o posicionamento ainda não experimentado esta época de Acuña como central pelo lado esquerdo.

Primeira parte disputada num ritmo lento, uma vez mais com uma circulação de bola lenta do Sporting e um Santa Clara atrevido sempre à procura de transições rápidas, no entanto com as equipas bastante encaixadas sem haver grande perigo para as balizas.

Nota neste primeiro período do jogo para dois golos anulados, um para cada equipa. Primeiro um empurrão (duvidoso) de Coates na área açoriana e depois um fora de jogo bem assinalado ao avançado do Santa Clara e ainda um desentendimento entre um defesa e o guarda redes açoriano que quase permitia no ressalto um golo fácil a Sporar.

Na segunda parte, a equipa leonina entrou determinada a decidir o jogo e acaba por marcar o único golo, e que golo, aos 64 minutos por intermédio de Jovane Cabral, num remate de difícil execução após um magistral cruzamento de Wendel, uma das figuras dos verde e brancos nesta partida.

A partir desse momento ficámos mais confiantes e podíamos logo a seguir ter marcado o segundo se o miúdo Nuno Mendes tivesse arriscado o remate em vez do passe para Jovane em zona prometedora.

Até ao final alguma pressão do Santa Clara em busca do empate mas todas as poucas tentativas esbarraram na bem organizada defensiva leonina liderada superiormente pelo capitão Sebastián Coates.

Acabou por ser mais um jogo sem brilho mas em que o essencial foi assegurado que era a vitória depois de uma exibição cinzenta na anterior jornada e que permite aos leões continuarem no terceiro posto com três pontos de vantagem sobre o Sp.Braga.

Coates ganha de cabeça a um defesa do Sta.Clara

sexta-feira, 10 de julho de 2020

Nulo minhoto

Em mais uma jornada do Campeonato o Sporting deslocou-se a Moreira de Cónegos para defrontar o Moreirense e nao foi além de um decepcionante empate a zero.

As expectativas dos adeptos estavam naturalmente em alta devido às recentes vitorias e eu confesso que esperava bastante mais da equipa treinada por Rúben Amorim.

O treinador operou uma verdadeira revolução no onze inicial, com o regresso dos elementos mais experientes como Neto, Acuña e Battaglia e a saída de alguns jovens da equipa titular como Eduardo Quaresma e Nuno Mendes mantendo-se apenas Matheus Nunes das novidades mais recentes, e ainda a presença algo surpreendente no banco do habitual titular Wendel, que só entraria no segundo tempo.

A verdade é que apesar de um onze mais experiente a equipa continua a apresentar algumas deficiências nomeadamente no que diz respeito à intensidade e rapidez na circulação de bola que continuam muito lentas e isso notou-se durante todo o jogo no Minho, com os leões a apresentarem grandes dificuldades em ultrapassar uma muito bem organizada defesa do Moreirense.

As únicas oportunidades da primeira parte acabaram pertencer à equipa da casa com o Sporting a não fazer um único remate enquadrado na primeira parte. Uma produção ofensiva praticamente nula.

A segunda parte iniciou-se como os leões a quererem dar um abanão na letargia da primeira parte e logo no reinicio uma escapada pela direita de Gonzalo Plata com Halliche a derrubá-lo quando o equatoriano seguia isolado para a baliza e o árbitro bem a expulsá-lo.

A partir deste momento esperava-se que o jogo mudasse radicalmente e que o Sporting naturalmente se impusesse mas se bem que os leões se instalaram definitivamente no meio campo contrário e o Moreirense recuou linhas, a verdade é que nunca conseguiu criar verdadeiras ocasiões de golo apostando num carrossel lento e previsível que a equipa nortenha facilmente ia anulando.

No segundo tempo, destaques para um cabeceamento de Coates e um remate de Sporar, muito só na frente de ataque. Muito pouco para o nível e qualidade do Sporting que tinha obrigação de fazer muito mais contra este adversário.

A juntar a tudo isto, ainda a terrível desempenho dos desequilibradores da equipa Jovane Cabral e Plata, também contribuíram decisivamente para o descalabro colectivo da equipa que só nao foi maior porque a defesa manteve-se muito certinha e não permitiu grandes veleidades ao Moreirense que depois da expulsão praticamente se limitou a defender.

Apesar de toda esta desinspiração e do mau jogo que o Sporting efectuou penso que é da mais elementar justiça referir e não é com prazer que o faço, a influencia negativa do árbitro Tiago Martins no encontro ao sonegar dois penaltis à turma de Alvalade. O primeiro aos dois minutos, numa rasteira a Jovane e já em tempo de descontos, aos 95 minutos, um agarrão claríssimo a Coates não foi assinalado mesmo depois de ter sido alertado pelo VAR optou por não marcar o castigo máximo. Estas duas decisões principalmente a segunda pelo tempo de jogo que se verificava na altura, apesar de não justificarem a má exibição sportinguista acabaram por ter influência directa no resultado.

Com esta igualdade, o Sporting soma agora 56 pontos e viu reduzida a sua vantagem na classificação para três pontos em relação ao Sp.Braga.

Joelson na disputa da bola.